Matéria sobre aplicativo Mudamos teria sido censurada pela Globo

POLÊMICA – Matéria sobre o aplicativo Mudamos, que envia projetos de lei ao Congresso, foi supostamente censurada após ser exibida em telejornais da Rede Globo

As pessoas têm se manifestado contra e a favor daquilo que acreditam para mudar alguns cenários no Brasil. Das passeatas pelas Diretas Já às manifestações pró e/ou contra o impeachment de Dilma Rousseff, há de se convir que as pessoas têm ganhado as ruas, assim como as assembleias, os plenários, as sessões.
Não faz muito tempo, inclusive, em diversos Estados houve greve de transporte público e diversas categorias se manifestaram contra as reformas trabalhista e da previdência propostas pelo Governo Michel Temer. Justamente em 10 de maio, quando o ex­-presidente Luís Inácio Lula da Silva compareceu em Curitiba para prestar depoimento nas investigações da Lava ­Jato, mais gente foi às ruas para demonstrar apoio ao juiz Sérgio Moro ou ao líder petista. Ainda que dividido, o fato é que o povo brasileiro vem tentando se fazer ouvir.
Outra dessas tentativas vem de um método mais tecnológico. É o caso do aplicativo Mudamos, uma iniciativa do juiz brasileiro Márlon Reis. O aplicativo recolhe assinaturas digitais para apoiar projetos de iniciativa popular. Acontece que após anunciarem os detalhes sobre esse aplicativo no Bom Dia Brasil, alguns políticos no Congresso Nacional, supostamente teriam entrado em contato com a Rede Globo para tirar a reportagem do ar. Segundo informações compartilhadas nas redes sociais, a emissora teria atendido ao pedido dos parlamentares.
Essa notícia se espalhou nas redes sociais e revoltou milhares de pessoas diante da possibilidade de estarem sendo privadas de informações sobre o novo aplicativo de assinatura digital.
Contudo, embora supostamente censurado pela Globo, o aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas digitais da Apple e PlayStore. Ele propõe reunir assinaturas dos brasileiros para diretamente enviar os projetos de iniciativa popular ao Congresso. Tudo respaldado na Constituição de 1988, claro, e nas regras como a necessidade de que 1% da população brasileira vote no projeto para que ele seja levado até os deputados.

Assista matéria exibida no programa Estúdioi – Globo News:

(Leia Mais em Cidade)

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