Futebol feminino enfrenta assédio e preconceito dentro e fora de campo

DESCASO – Jogadoras que disputam o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino são desvalorizadas e sofrem assédio sexual constante nos clubes que defendem
Reportagem: Brunno Carvalho e Felipe Pereira

As dependências dos clubes não são um local seguro para as mulheres que jogam a Série A do Campeonato Brasileiro. O site perguntou se elas já foram assediadas por algum profissional de futebol e 25,8% das entrevistadas responderam que sim.
Isso significa que, em cada partida que começa, pelo menos cinco atletas em campo já se sentiram ofendidas ou atacadas dentro do ambiente de trabalho.
A repetição da prática também é reveladora: somente três jogadoras que afirmaram ter sofrido assédio disseram ter sido vítima em uma única ocasião. As demais relataram ataques mais vezes.

Preconceito
Ser jogadora de futebol significa conviver com o preconceito por causa da profissão escolhida. No total, 68,3% das atletas disseram que sofrem com o problema no cotidiano. Os comentários desagradáveis são feitos inclusive por pessoas que frequentam a casa das esportistas.
Entre as repostas, chama atenção o número alto de atletas que declararam já ter sentido preconceito de familiares ou amigos: 38,4%.
Se em casa é difícil, com a torcida a situação é ainda pior. Quando estão nos estádios, 73,1% das jogadoras admitem que escutam os xingamentos do público. (Leia Mais em Esportes)

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