Exploração petrolífera na foz do rio Amazonas ameaça comunidades locais

COMÉRCIO POPULAR - Açaí, peixes e frutas são os produtos mais comercializados diariamente na Rampa do Inês, em Macapá
COMÉRCIO POPULAR – Açaí, peixes e frutas são os produtos mais comercializados diariamente na Rampa do Inês, em Macapá

Antes da expedição que fez as primeiras imagens dos Corais da Amazônia, o navio Esperanza recebeu a bordo, no porto do município de Santana, a 18 quilômetros de Macapá, cerca de 40 representantes da sociedade civil, entre comunidades, organizações socioambientais e lideranças do Amapá. Em comum, o grupo compartilha o esforço de proteger a Floresta Amazônica.
A intenção do encontro foi iniciar com eles as discussões sobre atividades que geram grandes impactos socioambientais na região, entre elas a exploração petrolífera planejada, a partir do ponto de vista de quem está na floresta e faz parte dela. Em breve, o Greenpeace estará realizando um seminário na região, com parceiros, para discutir temas como o uso da terra, a barragem do Rio Araguari, os impactos da mineração, além da própria exploração de petróleo.
Em tempos de ataques aos direitos das comunidades tradicionais por parte dos governos Estadual e Federal, e do Congresso, as iniciativas que estimulam o empoderamento e a autogestão dessas populações se tornam cada vez mais importantes. Nesse sentido, foi muito interessante conhecer a brilhante experiência de organização local do Bailique, por meio dos protocolos comunitários. (Leia Mais em Ecologia)

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