Setor aéreo gera R$ 577 milhões em produção no Amapá, diz Abear

IMPACTO POSITIVO - Estudo da Abear mostra os benefícios do setor aéreo para cada unidade da federação
IMPACTO POSITIVO – Estudo da Abear mostra os benefícios do setor aéreo para a economia amapaense
Reportagem: Artur Luiz Andrade

No estudo “Voar por mais Brasil – os benefícios da aviação nos Estados”, recentemente lançado pela Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), o setor aéreo no Amapá aparece em posição destacada. De acordo com o levantamento, no Amapá o setor gera 12,7 mil empregos e R$ 577 milhões em produção. São 324,7 mil passageiros e uma penetração de 0,42. A carga por via aérea chega a quase 400 toneladas no Estado.
Esta pesquisa mostra como a indústria do transporte aéreo no País ajuda as economias das unidades da federação, totalizando R$ 312 bilhões, ou 3,1% do PIB brasileiro (no mundo o percentual sobe para 3,5% do PIB mundial, mostrando que o Brasil está apenas um pouco abaixo da média), Nesta conta estão os efeitos diretos da aviação na economia (o que as empresas aérea faturam e mesmo os negócios dos aeroportos) e também os chamados de indiretos (os fornecedores dessa indústria), induzidos (os gastos dos funcionários das aéreas e dos fornecedores que atendem a indústria), catalisadores (o consumo dos viajantes do transporte aéreo com hotelaria, mobilidade e outros serviços nos destinos) e os efeitos em outras indústrias (viabilizadas ou facilitadas pela aviação, como logística, comércio eletrônico e exportações). Somando tudo isso, chega-se aos R$ 312 bilhões, mas a Abear estima que o número global (de 3,5% do PIB mundial) poderia atingir 8% do PIB levando-se em conta “empregos e atividades viabilizados pelo transporte aéreo, o valor intrínseco da agilidade e conectividade da aviação e os efeitos no comércio e no Turismo doméstico dos países”.
A aviação no Brasil gera, ainda, R$ 25,5 bilhões em impostos, 6,5 milhões de empregos e R$ 59,2 bilhões em salários. Mais uma vez nessa conta estão todos os efeitos citados anteriormente, ou seja, tudo o que a aviação brasileira toca, viabiliza, facilita e a ajuda a desenvolver, além do efeito mais imediato e óbvio de transporte de passageiros e cargas e a receita gerada por esse negócio. (Leia Mais Em Economia)

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