Projeto cultural põe Museu Sacaca em evidência

evento cultural
Público lotou a Praça de Alimentação do Museu Sacaca na quinta-feira, 31 de janeiro

Ambiente familiar e aconchegante. Estas são as duas impressões logo percebidas quando se visita pela primeira vez a Praça de Alimentação do Museu Sacaca às quintas-feiras. Cercada por densa vegetação e construções tipicamente amazônicas, a área contém quiosques onde são comercializadas comidas típicas da região (açaí, maniçoba e vatapá…), iguarias locais como tapioca com coco, sucos de cupuaçu e maracujá, além de um cardápio variado contendo bebidas diversas e refeições preparadas com esmero por reconhecidas especialistas na culinária tucuju.
Mas, isso é só o começo. Com o projeto “Fim de Tarde no Museu”, realizado às quintas-feiras, a partir das 19 horas, na Praça de Alimentação do Museu Sacaca, a população de Macapá, em especial os notívagos apreciadores de uma boa cervejinha gelada, acompanhada por suculentos petiscos, foi premiada com uma alternativa de lazer de altíssimo nível. ” Na verdade, este foi o nosso propósito”, garante o diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Científicas do Estado do Amapá (IEPA); Augusto Oliveira.
Quem animou a noite da quinta-feira, 31 de janeiro, foi a banda “Papo de Samba Raiz”, formada por músicos talentosos, à frente um intérprete da melhor qualidade. Foram três horas de muito samba de raiz (Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Luiz Airão, Roberto Ribeiro, Noel Rosa, Nélson Cavaquinho, Cartola…). Muita gente perdeu a timidez, inclusive setentonas e octogenários, e saiu requebrando na área entre a banda e o público. “A descontração é contagiante”, comentou Oliveira, ele mesmo revelando-se exímio dançarino de samba e gafieira.
“A escolha do Museu Sacaca para a realização do evento semanal tem por finalidade chamar a atenção da sociedade para a instituição”, assinala Oliveira. Oficialmente trata-se de um Centro de Pesquisas Museológicas, subordinado ao IEPA, órgão público responsável por fomentar e divulgar a produção científica e tecnológica do Estado. Inaugurado em 1997, pelo então governador João Alberto Capiberibe, está sediado em uma extensa área de aproximadamente 12 mil metros quadrados, no bairro do Trem. “O museu tem por objetivo promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, abrangendo o saber científico e o saber popular dos povos amazônicos”, assinala o diretor-presidente do IEPA.

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