Curta as Curtas

O desabafo do assessor de Pedro Paulo contra a Unimed

A Unimed Macapá está com a credibilidade ao rés-do-chão. Para usuários como o jornalista Renivaldo Costa, assessor especial do governador Pedro Paulo Dias de Carvalho (PP), é o pior plano de saúde em atividade (Meu calvário com a Unimed). Outros usuários compartilham da mesma opinião. E mesmo os profissionais da Saúde (médicos e médicas credenciados) tratam a cooperativa com profundo menosprezo. Sinal de que a Unimed está em estado falimentar.

Sem dúvida, pelo drama do Renivaldo, ter um plano de Saúde como o da Unimed é jogar dinheiro fora. Melhor, em vez de pagar mensalidades tão altas para depois ser maltratado, é guardar esse dinheiro numa poupança para custear imprevistos como os vivenciados pelo jornalista. Diante do desrespeito de planos de saúde (ou de doença?) como o da Unimed o caminho mais seguro é guardar o dinheiro numa conta bancária para bancar despesas médico-farmacêuticas com a família.

E o Renivaldo Costa é assessor especial do governador. Agora, imaginem a quê situações vexatórias, humilhantes mesmo, são submetidos usuários anônimos como “nossotros”. Realmente, com um plano de saúde (?) desses, é como atirar dinheiro na latrina.

Deputado Bala choraminga cargos perdidos no governo

O deputado Bala, o Sebastião Rocha do PDT, anda externando sua contrariedade pelos quatro cantos de Macapá porque muita gente de seu partido, que se acreditava imune aos tentáculos do Pedro Paulo Dias (PP), está sendo alijada de seus carguinhos. É isso mesmo! O Pedro resolveu botar as manguinhas de fora e esclarecer de uma vez por todas quem, de fato, manda no Amapá.

Bala está nervoso. Se o “Cabeça de Ovo” está assim é porque o chefe dele, o “Orelhudinho” Waldez Góes, também anda pisando em brasas. Bem como os demais apaniguados.

Ora, muito surpreende a atitude do deputado federal. O que ele queria? Que Pedro Paulo mantivesse os mesmos “cupins” nas estruturas já tão carcomidas do governo estadual? O tempo do PDT de Waldez e Cia já passou. Agora é a vez do “Grupo Dias de Carvalho” que, pelo visto, pretende proporcionar “dias do car………” para a população amapaense. Te “assossega” “Cabeça de Ovo”! Pelo jeito, nem as migalhas queres deixar para os “pepistas”!

O publicitário com a roupa da Missa à espera de Roberto Góes

O jornalista e publicitário Euclides Campos de Moraes, proeminente na assessoria do deputado estadual Edinho Duarte (PP), conta uma história interessante sobre o prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT). Para quem não sabe, Euclides Moraes é um dos melhores roteiristas de publicidade do Amapá. Um exímio criador de frases.

Bem, quando Góes sequer havia oficializado a candidatura à Prefeitura, Euclides, por sugestão do próprio Edinho, desenvolveu várias peças geniais para a campanha do pedetista. Uma delas, muito interessante, começava com esse slogan: “Macapá precisa de RG”. A frase tem a seguinte vértice: a de que Macapá precisava de uma identidade e que essa identidade só poderia ser readquirida por meio da eleição de Roberto Góes (RG).

No comecinho da campanha, Euclides ainda andou assessorando o candidato do PDT à PMM. Mais tarde, se afastou. Tudo bem! Euclides só queria ganhar o dinheirinho dele. Como todo profissional sério e digno quer assegurar a sobrevivência de forma honrada. Sem precisar vender a pena ou receber jabaculê por ela.

Um dia, Euclides encontrou o prefeito Roberto, que ficou feliz em vê-lo. Após os salamaleques de praxe, Roberto o convidou para um café da manhã no Palácio Laurindo Banha, sede da Prefeitura de Macapá. Mas, com a seguinte recomendação: a de que Euclides deveria chegar antes das 7h15. O prefeito pretendia recebê-lo a sós, no gabinete.

No dia seguinte, lá estava Euclides usando a roupa da Missa, todo embecado. Chegou 15 minutos antes do estabelecido. Ficou por ali, em pé, andando de um lado a outro. Logo apareceu o assessor de RG, o indefectível Cleber Barbosa. Cumprimentou o Euclides, pediu para ele esperar “pouquinha coisa”, e se enfiou no gabinete de RG por longos 40 minutos. Quando saiu, disse para um faminto Euclides (que tinha saído de casa sem tomar café) que RG “estava muito ocupado” e naquele momento não poderia recebê-lo.

Até hoje o Euclides não engole a “história”. Para ele, Cleber nem avisou ao RG de sua presença na ante-sala. Acredita piamente que Cleber Barbosa tremeu nas bases. Assim, ficou o dito pelo não dito.

Moral da história: nunca vá para reunião com prefeito do PDT de barriga vazia. Você pode sair de lá com uma tremenda indigestão.

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