Cavaleiro da Esperança

Trilogia retrata luta de militantes comunistas

Obras de Jorge Amado fazem refletir sobre o fanatismo

escritor
Jorge Amado: Os comunistas no Estado Novo

Quando em início de carreira, o escritor Jorge Amado nunca escondeu sua paixão por Luís Carlos Prestes. Tanto que dedicou a ele uma de suas obras, o “Cavaleiro da Esperança”. Porém, outros três livros (“Os Ásperos Tempos”, “Agonia da Noite” e “A Luz no Túnel”) igualmente enaltecem o capitão do Exército que desertou para liderar os revolucionários do antigo Partido Comunista do Brasil. Dessa trilogia, sob o título geral de “Os subterrâneos da Liberdade”, o mais incisivo é “A Luz no Túnel”.

 

Impressiona o fervor ideológico dos militantes do PC do B nos terríveis anos 1930, em pleno Estado Novo de Getúlio Vargas. Para eles, o Comunismo era a solução de todos os males e a extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) de Joseph Stalin o paraíso celestial na Terra. “O camarada Stalin nos ensinou que o nosso capital mais precioso é o homem”, diz um dos personagens de “A Luz no Túnel”, a outro integrante do PC do B.É um exemplo de como a fé cega em qualquer doutrina (política ou religiosa) pode produzir equívocos irreparáveis. A trilogia foi produzida em meados do século passado.

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