Engodo

Desinformação: manobra pretende confundir leitor/eleitor

Reportagens forjam declarações e números para escamotear a verdade

 

imprensa suspeita
Manchetes produzidas para provocar confusão

 Se o eleitor amapaense não adquirir rapidamente os conhecimentos básicos que o habilitem a reconhecer operações de desinformação pelo menos elementares, pode estar-se convertendo em bucha de canhão de uma das mais bem articuladas campanhas de despistamento já efetivadas na política estadual. A extensa manobra, urdida para confundir a opinião pública com notícias desencontradas sobre supostas pré-candidaturas, está alicerçada em conceito milenar, mas, atualmente bastante difundido devido, sobretudo, a popularização da obra de Sun-Tzu: A Arte da Guerra. De acordo com o ensinamento, “(…) a arte da guerra consiste substancialmente no engodo”.

 Nos últimos dias, a incoerência grassa no noticiário político amapaense. As manchetes dos jornais têm alimentado especulações as mais estapafúrdias, num exemplo clássico da aplicação do jornalismo como instrumento de desinformação. A estratégia, aparentemente complexa, visa resultado simples: quanto mais confusão existir menos chance o povo tem para acompanhar o desenrolar dos acordos – e desacordos – entabulados pelos pré-candidatos ao governo estadual nos subterrâneos da política amapaense. Ou seja, uma parte da imprensa transforma hipóteses em meias-verdades com o propósito de desviar a atenção do leitor/eleitor da verdadeira informação. Dessa forma, será mais fácil enganá-lo no momento apropriado.
 Boa parte da sociedade desconhece o que é desinformação. Imagina que é apenas informação falsa para fins gerais de propaganda. Ignora por completo que se trata de ações perfeitamente calculadas em vista de um fim, e que em 90% dos casos esse fim não é influenciar apenas alvos determinados mas toda uma sociedade, nesse caso específico o povo amapaense. E o objetivo é extremamente pernicioso: induzi-lo a decisões prejudiciais a seu próprio interesse durante a campanha eleitoral que se aproxima. Em bom português, trata-se de uma tentativa ignóbil de manipulação dos pensares para obtenção de fins escusos.

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Um comentário em “Engodo

  1. É BEM VERDADE O QUE DIZES ACIMA, MEU CARO JORNALISTA.
    DIZEM QUE POR ESTAS BANDAS BOIS VOAM…
    DIGA-LA O SARNEY…ACHOU QUE VIRARIA PRESINDENTE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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