Trabalhou e não recebeu

Tradutor leva beiço da Assembleia Legislativa

Irmão de publicitário denuncia calote tucano

Um tradutor e intérprete, com elevado conhecimento em francês, está fulo da vida com o presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, deputado Jorge Amanajás (PSDB), porque até agora, passados quase sete meses, o tucano ainda não autorizou o pagamento de R$ 4 mil, valor cobrado pelo profissional por serviços prestados durante a realização do I Encontro Transfronteiriço, ocorrido em junho do ano passado.

No decorrer desse tempo, ele conta que já esteve incontáveis vezes na AL para tentar receber o que lhe é de direito, mas, simplesmente, segundo afirma, não é recebido pelo pré-candidato ao governo do Estado. “Já estou chegando ao extremo. Tipo, mandar confeccionar uma faixa com os seguintes dizeres: ‘Deputado Amanajás, pague o que me deve’. E me posicionar na porta de entrada da Assembléia”.

De acordo com a denúncia dele, em junho de 2009 foi contratado pelo AL para atuar como tradutor e intérprete no I Encontro Transfronteiriço, em Caiena. Para executar o serviço cobrou R$ 4 mil, acrescidos mais passagens e hospedagem. Salientou que o deputado estadual Paulo José (PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores da AL, garantiu que o pagamento seria feito após conclusão da prestação de serviço. O acordo não foi cumprido.

E ele garante que está munido de todos os documentos – inclusive Nota Fiscal – para refutar qualquer afirmativa ao contrário.

Vítima de calote aplicado pela AL envia e-mail

Situação pública de Amanajás complica-se ainda mais

Bom dia Emanoel, meu nome é Wank do Carmo, sou filho do pioneiro e ex-empreiteiro Walter Do Carmo, quem construiu a BR-156 e inúmeras obras que ajudaram no crescimento e desenvolvimento do estado do Amapá. Em junho de 2009 prestei serviços de tradutor e intérprete para a Assembléia Legislativa do Amapá, mais precisamente para Comissão de Relações Exteriores e Defesa, que tem como presidente o Deputado Paulo José, fiquei responsável em traduzir para o Francês e Inglês todo o material de divulgação, correspondencias e e-mails do 1º Encontro Transfronteiriço Internacional, realizado na cidade de Oiapoque no período de 03 a 04 de junho de 2009. Já se passaram 07 meses do evento e não consigo receber meus honorários pelos serviços prestados, apesar de ter contatado diversas vezes o assessor do deputado PJ, senhor Ismael Costa, que foi o responsável pela minha contratação para o evento e quem assinou a nota fiscal de serviços. Essa nota fiscal foi enviado para o gabinete do deputado Jorge Amanajás para ser autorizado o pagamento através de sua assinatura para ter o aval legal junto ao financeiro da AL/AP. Acontece que a chefe de gabinete do dep. Jorge Amanajás, sra. Jesus que é a responsável de entregar a nota para ser assinada e autorizada pelo presidente da AL/AP, vem retendo essa nota fiscal apesar de já ter sido autorizada pelo dep. PJ. não sei com que intento mas essa senhora vem me enrolando e mentindo há 07 meses, pois no mês de dezembro passado ela disse que até o dia 15 daquele mês ela iria enviar a nota para ser paga pelo financeiro da AL/AP. Não cumpriu o prometido, penso que a mentira no meio político é um vírus contagioso que já foi inoculado nessa Aspone. Estarei ofertando denúncia junto ao Ministério Público do Estado contra essa senhora pela prática de crime de prevaricação. Mas o que se ver também, é  a completa omissão do Deputado PJ em resolver esse impasse. já cansei de telefonar para o deputado, mas agora ele resolveu não mais atender as minhas chamadas. Gostaria de denunciar também o “Trem da Alegria” para a cidade de Lyon, na França, para participar do Encontro Descentralizado Transfronteiriço, que é realizado pelos governos da França e do Brasil.  Prezado jornalista Emanoel, foi dado passagem até para o motorista do deputado PJ participar desse encontro Internacional, pago com dinheiro público. O que mais me revolta é o descaso e o desrespeito com um cidadão amapaense, que de alguma forma contribui com os avanços de cooperação transfronteiriça, prestando serviços como tradutor bilíngue. Mas não consegue receber a pequena quantia de R$ 4.000,00 pelos serviços prestados à AL/AP. Gostaria de contar com sua colaboração para tornar público esse fato que a sociedade amapaense desconhece, pois como você é sabedor, o legislativo, judiciário e executivo (com letra minúscula mesmo, pois agem de forma pequena no trato com o cidadão desse saqueado estado) são blindados pela impressa ame$trada.

Saudações,

Wank do Carmo

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Um comentário em “Trabalhou e não recebeu

  1. é uma vergonha,, isso é um falta de respeito com os profissionais da Tradução, é lamentável que fatos como esse acontecem aqui, me solidarizo com o colega, pois também sou tradutor e sei o trabalho que dá realizar esse tipo de trabalho.

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