Falta higiene

Capacetes estão transmitindo doenças

Para se livrar da micose na cabeça, o auxiliar de mecânico Anderson de Sousa Dantas, 32 anos, gastou mais de R$ 600 em consultas e medicamentos. Ele conta que a coceira no couro cabeludo era tanta, que às vezes nem conseguia dormir. Os cabelos caiam em abundância, e os incômodos causados pela doença o impediram de trabalhar por mais de três semanas. “Foram os piores momentos”, relembra. Contudo, o que mais surpreendeu Dantas foi o diagnóstico do médico: os fungos que proliferaram na cabeleira do auxiliar de mecânico eram provenientes do uso constante de capacetes de motocicletas infectados. “Aí me deu o estalo: só podia ser de mototáxi”, presumiu ele.

Sousa Dantas não é o único a contrair alguma moléstia no couro cabeludo após usar capacetes malcheirosos e contaminados com fungos. A comerciária Aurivandiza Gomes, 25, também foi vítima dessa praga que assola Macapá. Ao usar um desses capacetes foi contaminada e precisou de tratamento especial para não perder os cabelos. “A médica do meu plano de saúde me livrou do vexame de ficar careca”, comenta, em tom de pilhéria. “É… Mas a situação foi grave”, arremata.

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