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As incertezas do jogador de futebol após os gramados

A profissão de jogador de futebol normalmente é curta, mas, pode estender-se um pouco mais se o atleta tiver autocontrole ao longo da carreira. Com alguns cuidados básicos, ele pode chegar em plena atividade aos 35, ou quem sabe até aos 40 anos – Túlio e Rivaldo são bons exemplos disso. Caso consiga despontar pelo talento como Zico, Romário, Edmundo, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Neymar, Paulo Henrique Ganso e muitos outros, cedo conseguirá a tão sonhada independência financeira. Mesmo sem o brilho dos chamados “gênios”, o bom jogador de futebol, se agir com parcimônia e diligência, com certeza construirá um excelente “pé-de-meia” para uma aposentadoria tranquila.
Mas, a maioria não consegue conviver bem com a riqueza, a fama e o luxo e acaba metendo os pés pelas mãos, extrapolando limites e cometendo verdadeiros desatinos, a exemplo de Bruno, o ex-goleiro do Flamengo preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), desde o dia 9 de julho de 2010 sob a acusação de encomendar a morte da ex-namorada, Eliza Samúdio. Ou do ex-craque Luiz Antônio Correia da Costa, o Müller, que perdeu tudo o que ganhou ao longo da carreira e hoje vive de favor na casa de amigos.
Porém, não é só saber como lidar com muito dinheiro ou com o assédio da Imprensa, dos torcedores, das mulheres. Ou exibir-se em carros de luxo e morar em mansões. Mas, fundamentalmente é planejar como agir após o fim da profissão, sem a bajulação dos cartolas, ignorado pela Imprensa e tratado como reles “aposentado” pela torcida. E quando o atleta não se prepara para o depois dos gramados a vida pessoal vira de ponta-cabeça. Clique aqui e leia mais…

16/10/2011 Publicado por | Espaço Livre | | Deixe um comentário

   

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