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Pior que apologia ao crime é a falta de talento
Acho Rafinha Bastos sem graça, entojado, misógino e milionário. Mas nem por isso é o caso de o Ministério Público acusá-lo de incitação e apologia de crime hediondo. Assim me vejo obrigado a defendê-lo. A que ponto eu cheguei!
Tudo por conta de uma piada infeliz e cretina, como quase todas que ele reserva ao seu público que ri à toa. Na sonolenta gracinha que costuma contar, ele diz que toda mulher que reclama de estupro é feia, e que o estuprador merecia um abraço, pois estaria fazendo um favor à baranga.
Nossa, que piada besta, não? Ok, mas é disso que ele vive, de desdenhar gente humilde ou humilhar subcelebridades. Problema de quem vê graça na desgraça. Ninguém é obrigado a sintonizar no CQC ou pagar ingresso para vê-lo destilar seu mau humor.
Também duvido que alguém seja capaz de sair por aí estuprando mulher feia só por conta de uma anedota chinfrim. Mais estúpida que a gracinha, só mesmo a decisão de transformar falta de talento em caso de polícia.
O pedido de inquérito policial é da coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar. Pronto. Está explicado. A turma do politicamente correto é marrenta. E muito, muito chata.
“A liberdade de expressão, direito previsto constitucionalmente, encontra limite quando em choque com outro direito, que é o da dignidade da pessoa humana, que está acima de qualquer outro”, diz nota do Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo. Concordo, mas não é o caso, convenhamos.
O conselho viu na piada de Bastos conteúdo machista e preconceituoso, “encorajando homens, bem como fazendo parecer que o crime de estupro, hediondo por sua natureza, não seja punível”.
Caramba. Que tédio. Se a piada tivesse sido boa, duvido que teríamos de aguentar tanta gente ranzinza. Humor ruim gera mau humor. Fica o conselho ao pessoal do CQC: da próxima vez, façam apologia da feiúra. Os estupradores vão rir muito.
Com Alzheimer, Veja enfim se lembra da ditadura militar
A revista Veja, que se comporta como o Diário Oficial do Apocalipse, deu sinais de que a velhice se impõe até mesmo para quem sempre defendeu ideias ultrapassadas. Nada como o tempo, o eterno senhor da razão.
Pois não é que a revista semanal resolveu praticar revisionismo histórico inconsciente? Devem estar ficando caducos, lá na redação. Ou é remorso mesmo.
Em uma daquelas reportagens mixurucas que não passam de editorias camuflados, algum editor com Alzheimer resolveu dar lições de ética e bons costumes, como sempre fazem, até quando o assunto é cinema ou culinária.
Com a modesta pretensão de acabar com o fisiologismo no Brasil, traçam um breve panorama da história recente do país, sem perceber que remoem culpas e empilham atos falhos.
Logo a Veja, que apoiou incondicionalmente o regime militar (e dele se beneficiou, após a saída do jornalista Mino Carta, verdade seja dita), resolve, num ato intempestivo, registrar para os anais que “na ditadura, nomeações de prefeitos e governadores era uma maneira de saciar os caciques políticos locais”.
Rufem os tambores! A Veja enfim descobriu que passamos por uma ditadura. Eureka! E que ela foi corrupta e clientelista! Uia. Agora vai!
Em seguida, o evangelho da Veja nos ensina: “Sarney distribuiu cargos nas antigas estatais e nos ministérios”. Agora, prepare-se, é chocante: “Antonio Carlos Magalhães, chefe do PFL baiano, tornou-se o babalorixá do Ministério das Comunicações e serviu concessões de rádio e TV à vontade a parlamentares que votavam com o governo”.
Estou perplexo. A Veja, que fez parte da tropa de choque do governo Sarney? A Veja, que apoiava todas as malvadezas de ACM, a quem acompanhou como cão de guarda? A Veja? Só pode ser descuido, senilidade. Alguém tem de ser demitido. Ou aposentado.
A matéria, em seguida, fica cozinhando o galo de sempre. “Fernando Collor, mais por autossuficiência do que por convicção, não cedeu tanto ao fisiologismo”. “Itamar retomou o costume aos poucos”. “Fernando Henrique Cardoso deu espaços preciosos do governo… mas não negociou no varejo.” Tirando Itamar, tratado a pontapés, Collor e FHC nunca tiveram do que reclamar da imprensa que, veja só!, sempre os apoiou.
Para Lula, não há esclerose que atenue o ódio: “não hesitou em retalhar o governo”. Aí sim reconheço a maior revista de informação do país. Deve ser difícil continuar existindo sem ninguém para prestar atenção nas bobagens que dizem. A idade pesa.
Após pressão, vereador retira requerimento da casa da Moeda em Calçoene
Por: Eladio da Silva Frazão
Uma indicação pra la de inusitada foi apresentada na ultima sessão do semestre pelo vereador de Calçoene Raimundo Piaba. O Vereador indicava ao presidente da casa da moeda do Brasil no rio de Janeiro, a construção de uma sucursal da casa da moeda em Calçoene. Em sua justificativa o edi dizia ser uma forma mais pratica de amenizar o fracasso financeiro que assola aquele município e o distrito de Lourenço onde reside. Após ser bombardeado por seus pares e formadores de opinião o parlamentar resolveu abortar a idéia iluminada. Já que a casa da moeda não faz distribuição de dinheiro e sim a impressão em papel moeda e implantar uma sucursal em Calçoene seria um sonho irrealizável. Piaba disse que a intenção dele embora criticada tivesse a melhor intenção possível e que visa atender a comunidade.
A um clique de um caso
O Brasil é o novo destino de sites de relacionamento que prometem aventuras extraconjugais para casados. Neste ano, desembarcam aqui três redes sociais que fazem sucesso na Europa e nos Estados Unidos buscando amantes com o perfil de seus usuários. Para entender como o serviço funciona e que tipo de pessoa o procura, marcamos encontros com dois candidatos a amantes — e com uma candidata.
Por Marina Caruso e Felipe Gil
“Sou casada há oito anos e procuro aventuras sexuais que não comprometam minha reputação em casa. Amo muito meu marido e quero viver com ele para sempre…”. Meu texto era claro e, à exceção de “procuro aventuras sexuais”, verdadeiro. Decidi que, ao me cadastrar nos sites de relacionamento, que agora oferecem amantes para homens e mulheres, não enganaria os internautas, apenas demonstraria interesse por eles para saber que tipo de candidatos o serviço oferece. Portanto, no meu perfil cadastrado, idade, peso, altura e até a fotografia do meu rosto correspondiam à verdade. E, parece, agradaram. Em menos de três dias — depois de preencher uma ficha enoooorme com preferências sexuais, etílicas, musicais e sociais — recebi um e-mail do site Encontros com casadas. O título era: “Olá, Marina Caruso: 193 usuários estão interessados em você”. Uau, 193! Fiz mais sucesso em uma semana na internet como adúltera do que a vida toda sendo eu mesma…
Tratei, então, de conversar com alguns dos aspirantes. Primeiro, eliminei os que tinham fotos obscenas em seus perfis (muitos homens preferem expor a genitália ao próprio rosto). Depois, risquei da lista aqueles de postura ou português ruins. “Kro conhesser mulheres gostosas” ou “Vem cá minha gata tesuda”, não fariam meus olhos brilharem se estivesse, de fato, buscando uma aventura. Feita a peneira (em um mês, ao todo, 7.203 pessoas visitaram minha página), comecei a trocar mensagens com cinco rapazes dentro de um chat do próprio site. Conversa vai, conversa vem, passei meu MSN pessoal para quatro deles. E depois de algumas tardes de bate-papo, marquei de me encontrar pessoalmente com dois — que, aqui, serão chamados de Roberto e Sílvio.
Roberto e eu nos encontramos para um café. Era sexta-feira à tarde e tudo o que eu sabia sobre ele é que tinha 35 anos, morava na Zona Sul de São Paulo, era casado havia cinco anos e pai de um menino de 7, do primeiro casamento. Loiro de olhos claros, ao vivo e em cores, pareceu-me bonitinho — apesar do nariz meio torto e da roupa de gosto duvidoso (calça jeans semibag, tênis de corrida e camiseta justinha no estilo “mamãe, sou forte”). Cavalheiro, chegou 20 minutos depois da hora marcada e, ao me reconhecer (já havíamos trocado fotos pela internet), veio logo se desculpando com um sorriso fofo. Depois, cumprimentou-me com um beijinho na bochecha e um abraço colado, daqueles bem íntimos, com mãozinha nas costas que vira aperto de corpos. Sem graça, soltei-me delicadamente e sentei à mesa. Ele fez o mesmo e começou o papo “E aí, mulher misteriosa? O que você faz da vida, afinal?”.
Contei que trabalhava em uma editora — o que não deixa de ser verdade — e estava casada havia oito anos. Tempo suficiente para saber que eu amava muito o meu marido e queria viver com ele para sempre, mas também para sentir falta de algo mais. Ao que Roberto me interrompeu: “Descobri que ter casos com mulheres casadas é melhor. Amantes solteiras se envolvem demais, ligam na hora errada, cobram atenção. Já as casadas são cuidadosas, não querem correr riscos e não importunam”, disse. Gostei da explicação, mas queria saber mais sobre ele. Pela internet só o que ele havia me dito é que era um dos donos de uma loja de equipamentos eletrônicos. Pessoalmente, no entanto, abriu-se bem mais. “Não me acho galinha. Mas não sou ingênuo a ponto de acreditar em fidelidade eterna. E outra coisa: meu problema não é falta de sexo. É falta de sedução. Sinto saudade da fase em que eu seduzia e me deixava seduzir. Isso é o mais gostoso de ser solteiro”, afirmou.
Ponto para ele. “Concordo”, disse.“Mas e se a sua mulher também pensasse e agisse dessa forma? Você entenderia que ela recorresse à internet para procurar amantes?”, perguntei. “Aí você me complica”, ele disse. “Sou muito ciumento, não aceitaria isso.” Pronto, perdeu o ponto ganho e eu aproveitei o gancho para encurtar o encontro: “É justamente por achar que meu marido pode pensar dessa forma, que não me sinto bem em estar aqui conversando com você”. Ao que ele, pegando na minha mão, respondeu: “É, moça, mas você está aqui e eu também. O primeiro passo já foi dado”, disse, olhando fundo nos meus olhos. Para me livrar, falei a primeira coisa que me veio à cabeça. “Sabe o que é? Acho que Deus castiga!”, disse, soltando minha mão da dele. “Se a gente fizer com o outro algo que ele não faria com a gente, alguém lá em cima vai nos punir.” Mais quinze minutos de conversa (falamos sobre as outras moças que ele já conheceu por meio dos sites, da separação dele da primeira mulher, sobre a ótima relação que a segunda mantém com o filho…) e eu virei e disse: “Bom, querido, está na minha hora. Preciso chegar em casa antes que meu marido sinta minha falta”. Roberto me passou seu número de telefone e, elegantemente, não pediu o meu. Depois disse: “Vai, gatinha, mas vê se não some, hein?”.
Aham… não apenas sumi, como só pensava em me encontrar com Sílvio, o bonitão que é sócio de uma empresa de marketing e, desde o início, pareceu-me bem menos acessível e mais interessante do que Roberto. Casado há sete anos e sem filhos, Sílvio tinha no MSN fotos variadas. Algumas com cartões-postais europeus como cenário. E quando estava on-line, vivia com o status de “ocupado” ou “ausente”. Mas, com alguma insistência, marquei o encontro. “Tenho de visitar um cliente na Vila Madalena e pensei em tomarmos um café em um shopping ali perto. O que acha?” Topei na hora e sugeri o local. Dessa vez, fui eu quem se atrasou. Chovia muito e demorei uns 15 minutos. Sílvio já estava ali, sentado, mexendo freneticamente no Blackberry e, ao me ver, abriu um sorrisão. “Achei que você não viesse”, falou, enquanto me dava um beijinho quase asséptico na bochecha.
Para quebrar o gelo, pedi um capuccino e saí falando: “Sabe, Sílvio, eu não sou de insistir, mas achei que tínhamos de nos conhecer. Você, assim como eu, não parece ter entrado nesse site de relacionamentos por ser cafajeste, mas sim por estar buscando uma solução para os seus problemas…”. Ele pediu a palavra: “Desculpe se pareci esnobe. Mas nunca traí minha mulher e não sei se conseguiria traí-la”, afirmou. Perguntei para o bonitão — ele é moreno, alto e tem braços fortes por quem toda mulher adoraria se deixar abraçar — por que, então, ele havia se candidatado a amante. Foi quando me dei conta de que eu havia marcado um encontro com a versão vida-real do Gerson, personagem de Marcelo Antony em Passione, que tinha fetiche por pornografia na internet. “Ando meio sem tesão pela minha mulher e acabei me viciando em filmes e sites eróticos. Em um deles, vi o anúncio do site de encontros para casadas e resolvi fazer um cadastro para saber como era”, disse. “Mas só vi mulheres desinteressantes. Você é a que tem mais a ver comigo. Temos gostos mais parecidos.”
De fato, em nossas trocas de mensagens, falamos de literatura (Sílvio é vidrado em Saramago e desdenha Paulo Coelho), de música (ele curte The Strokes, assim como eu!) e de nossas passagens pela Europa (morei em Barcelona e ele em Londres). Mas, ali, ao vivo, ele era a antítese do que eu buscaria se, de fato, quisesse um amante. Era “coxinha” demais, certinho demais. Quase como uma criança grande. E, quando percebi, lá estava eu bancando a conselheira amorosa. “Em vez de realizar suas fantasias na internet, procure dividi-las com sua mulher”, sugeri. “Isso dá uma chacoalhada na relação, renova.” E ele perguntou: “Nossa, você entende disso. Já pensou em ser sexóloga?” Tratei de sair dali antes de que eu dissesse que preferia continuar sendo editora de sexo e acabasse me entregando. Sílvio entendeu que chegara minha hora, pediu a conta, pagou no cartão de crédito (“porque dá milhagens”) e, educadamente, deu-me outro daqueles beijos sem graça.
Estudo mostra que há relação entre tamanho dos dedos e do pênis
Quanto menor o indicador em comparação ao anelar, maior o pênis. Testosterona pré-natal determina o desenvolvimento dos dedos.
Da Reuters
As mãos podem revelar mais sobre seus donos do que se costuma pensar, especialmente no caso dos homens.
Homens cujos dedos indicadores são mais curtos que os dedos anelares podem ter pênis mais compridos, segundo um estudo sul-coreano publicado no “Asian Journal of Andrology”.
“De acordo com nossos dados (…) quanto mais curto é o dedo indicador em comparação com o anelar, maior será o comprimento de seu pênis estendido”, escreveu Tae Beom Kim, do departamento de urologia do Hospital Gil da Universidade Gachon, em Incheon, Coreia do Sul, respondendo a perguntas da Reuters.
Estudos anteriores mostraram evidências fortes de que a testosterona pré-natal pode determinar o desenvolvimento dos dedos e também o comprimento do pênis. Kim e seus colegas estudaram a relação entre esses dois fatores.
O estudo envolveu 144 homens com problemas urológicos que não afetaram o comprimento de seus pênis, que foram medidos sob anestesia.
Mais tarde, as medidas foram comparadas à diferença entre os dedos indicadores e anelares de suas mãos direitas. Estudos anteriores revelaram que a mão direita pode ser mais sensível à influência da testosterona.
A chamada “razão entre dígitos” revelada neste estudo refere-se ao comprimento do dedo indicador dividido pelo comprimento do dedo anelar. Quanto mais baixa é a razão, sugere o estudo, mais longo pode ser o pênis.
‘Utilidade clínica’
As descobertas proporcionaram “evidências circunstanciais de que a testosterona pré-natal é responsável pelas duas características (comprimento do pênis e formação dos dígitos)”, disse Denise McQuade, do Skidmore College, de Nova York, que não participou do estudo.
“A razão entre os dedos é algo fácil de medir, de maneira não invasiva, mas pode fornecer pistas sobre a história pré-natal dos indivíduos. Assim, combinada com outras informações, a razão entre os dígitos tem potencial utilidade clínica”, escreve McQuade em resposta a perguntas da Reuters.
Os dedos indicador e anelar das mulheres tendem a ter comprimento aproximadamente igual, disse ela.
Americano é atingido por raio pela sexta vez
Um norte-americano foi hospitalizado após ter sido atingido por um raio pela sexta vez.
Melvin Roberts, de 58 anos, estava do lado de fora de sua casa, em Seneca, na Carolina do Sul, guardando sua máquina de cortar grama durante uma tempestade quando um raio o atingiu, no mês passado, segundo o canal de TV local WYFF.
Os vizinhos encontraram Roberts desmaiado no jardim e chamaram uma ambulância. O americano sofreu queimaduras em suas pernas e pés.
Os machucados, no entanto, nem se comparam ao que Roberts passou em 2007, quando um raio o deixou em uma cadeira de rodas por mais de um ano. Na ocasião, ele cuidava de suas galinhas quando foi atingido. “Na época, quando eu acordei, estava coberto em sangue, todo queimado e confuso”, contou.
Os raios forçaram Roberts a abandonar seu emprego como operador de máquinas pesadas. Após seis raios, o americano diz que, finalmente, irá pensar duas vezes antes de sair à rua durante uma tempestade.
“Não digo que estou com medo dos raios, mas preciso respeitá-los um pouco mais”, falou.
Roberts acha que os raios podem ser algum tipo de punição cósmica por algo errado que ele fez. “Já fui casado cinco vezes e atingido seis vezes por raios. Não vou poder largar minha atual mulher”, brincou.
Daniel Radcliffe diz que superou seu problema com o álcool
Londres – O ator Daniel Radcliffe, intérprete do mago Harry Potter no cinema, assegurou que conseguiu superar seu problema com o álcool após um período difícil em sua
carreira por causa das pressões do mundo do espetáculo.
Radcliffe, de 21 anos, disse que ao completar 18 anos se tornou dependente do uísque e das festas, mas deixou o álcool em agosto do ano passado e agora prefere ficar em casa à noite em companhia de sua namorada, segundo uma entrevista publicada no último número da revista “GQ”. “Fiquei dependente (do álcool) para desfrutar das coisas. Houve alguns anos nos quais estava apaixonado pela ideia de viver um estilo de vida de uma pessoa famosa”, assinalou.
O ator, que tem uma fortuna estimada em 48 milhões de libras (cerca de US$ 77 milhões) graças a sua interpretação de Harry Potter, reconheceu que teve muita sorte de nenhum paparazzo ter lhe fotografado em estado de embriaguez. “Realmente me salvei disso porque houve muitas vezes em que se poderia fazer uma foto”, acrescentou.
Radcliffe relatou que sua vida mudou e que está em condições de manter uma relação estável com sua namorada, identificada pela imprensa britânica como Olive Uniacke.
O jovem tinha 11 anos quando foi escolhido para interpretar o mago e nos últimos anos se dedicou ao teatro, o que lhe permitiu ganhar bons elogios da imprensa com a obra “Equus”
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