Oiapoque
População quase na indigência
A vida no município do Oiapoque, a 576 quilômetros de Macapá, não é nada fácil para a população de baixa renda. Primeiro, porque nada funciona direito. Segundo, o prefeito Aguinaldo Rocha (PP) não cansa de repetir que administra sem recursos e sem apoio tanto do governo do Estado, quanto da atual bancada federal. Sem ter a quem apelar, os mais de 20 mil habitantes da cidade, localizada no extremo norte do Amapá, começam a maldizer a sorte por morar numa região em que nem mesmo o diabo quer perder suas botas.
O desencanto é visível nas fisionomias de homens e mulheres oiapoquenses. A economia do município, até pouco tempo centrada na pesca, está em pandarecos. Sem dinheiro circulando, o comércio também amarga crise acachapante, com estabelecimentos cerrando as portas por falta de freguês. Os que resistem tentam garantir a longevidade dos empreendimentos com promoções, créditos ou até por meio de escambo. Mas nem esses recursos são suficientes para aquecer o mercado.
Porém, o maior sofrimento da população é causado pelo mau atendimento nos serviços públicos disponíveis. Além da pobreza generalizada, os oiapoquenses não dispõe de educação, saúde, energia elétrica, água, segurança e transporte de qualidade. Todos os setores necessários ao pleno funcionamento do município estão sucateados. Por exemplo, na área da saúde o atendimento é feito somente por dois médicos, em salas improvisadas, no desasseio completo, o que aumenta o risco de contágio para os profissionais, da mesma forma, para os pacientes.
Outro setor desmantelado é o da educação. As escolas funcionam precariamente, e isso tem contribuído sobremaneira para aumentar a evasão nos ensinos fundamental e médio. Não tem merenda. Os professores sofrem ocasionais atrasos salariais, os prédios das escolas estão ruindo, as salas sequer tem carteiras ou mesas, os quadros foram vandalizados, o que dificulta o trabalho dos professores, os terrenos no torno das instituições estão sujos, malcuidados, infestados por insetos. Enfim, um cenário de débâcle.
Oiapoque poderia estar em outra situação se os governos municipal e estadual, em nível de Estado leia-se governos Waldez Góes (PDT) e Pedro Paulo Dias de Carvalho (PP), realmente tivessem aplicado os recursos federais garantidos em Brasília por parlamentares atuantes (bem poucos, na verdade) a exemplo da deputada federal Fátima Pelaes (PMDB). Entre 2007 e 2008, Fátima empenhou R$ 500 mil junto ao Ministério do Turismo para garantir ao município uma relação considerável de benefícios como urbanização de ruas e avenidas, construção de calçadas com meio-fio, além de outros serviços.
Não existe vontade política. Por isso, Oiapoque é considerado hoje um dos piores lugares do planeta para se viver. Praticamente isolado das demais regiões do Estado por causa da rodovia em frangalhos, o município está na indigência.


Ei… tu não pode falar desse jeito do Oiapoque dizendo: …a sorte por morar numa região em que nem mesmo o diabo quer perder suas botas…
Pois se o Oiapoque é assim é por causa desses politicos corruptos que estão saindo agora, tu acha que é so no Oiapoque que acontece isso é, fala mal tambem da Macapá o ta com mendo.
A força para por o brasil livre ,dos corruptos esta na conncientização dos eleitore,bom ou ruim quero conheser o oiapoque quem sabe passar o resto da minha vida la, pois tem belas paisagens e sem fafar nas lindas gorotas e muito maisssss. um abraço para as iapoquensse que conhesse estes dias
é eleitores,conhecer, e sem falar,que conhecei este dia
me desculpe pelos erros ok,sinto raiva quando falam mal das coisas
“Cada povo tem o governo que merece”
o governo brasileiro em geral são ordinarios ,sabe muito bem como o povo sofre e mesmo assim lapido a econia da nação.sei que a vida do povo do oiapoque é muito sofrida pois falta boa vontade dos politicos e apoio do resto da população em geral. o concelho que dou ão povo do oiapoque é que ameasse o governo do estado se não dar uma solução para os problema do oiapoque ou todos irão para macapa tenho sertezaque eles darão um jeito ok é carro opertado que conta