Sustentabilidade
PROJETO CARBONO AMAPÁ
Lana Patricia Santos de Oliveira1
Diante dos mais de 2.000.000 ha da Floresta Estadual do Amapá, da diversidade de recursos naturais e das pressões ambientais sofridas continuamente pela Amazônia, têm-se buscado alternativas para o aproveitamento com bases sustentáveis. Portanto, é de fundamental importância que os recursos naturais sejam utilizados de acordo com princípios técnicos eficientes, visando principalmente contemplar questões sociais, econômicas e ecológicas.
Após estudos significativos, observou-se que às florestas quando retiradas para o uso alternativo do solo são fontes de gases de efeito estufa e que, se manejadas corretamente ou preservadas são sumidouros de carbono. Diante dessas informações, o Governo do Estado do Amapá, em maio de 2008 criou o Projeto Carbono Amapá que através da pesquisa aplicada, ambiciona unir o potencial de recursos naturais do Estado com iniciativas desenvolvimentistas concretas. Dessa forma, o Estado se adéqua às políticas recentes que envolvem a floresta, conduzindo-se para atividades relativas ao seqüestro de carbono, um tema que se evidencia gradativamente na atualidade.
As concentrações altas de CO2 e outros gases na atmosfera mostram que há necessidade de buscar soluções práticas aos problemas de emissões. É provado que a floresta desempenha um importante papel nos fluxos de carbono que ocorrem entre a biosfera e a atmosfera. Desse modo, uma alternativa viável à problemática apresentada é estimar a quantidade de carbono que uma floresta pode seqüestrar em condições naturais, pois o “seqüestro” de carbono é uma ação mitigadora da emissão de gases. Iniciativas como o Projeto Carbono Amapá coadunam com as novas políticas macroclimáticas, tal como o Protocolo de Kyoto que visam reduzir as emissões de gases dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, alguns destes últimos com extensas áreas florestais, capazes de absorver carbono em grandes quantidades. Clique aqui e leia mais…
Cabo eleitoral
Legislação eleitoral é desrespeitada em programa de rádio
Deputado estadual pede voto para pré-candidato ao governo em emissora FM
As coisas andam, mesmo, degringoladas na política local. Na manhã do último sábado, 30 de janeiro, por volta das 8h25, o deputado estadual Manoel Brasil (PRB), titular do programa de rádio “Bate Coração”, passou cerca de dez minutos pedindo votos para o pré-candidato ao governo do Estado, deputado estadual Jorge Amanajás (PSDB), presidente da Assembleia legislativa do Amapá. Trata-se de um flagrante desrespeito à legislação eleitoral que veta todo tipo de manifestação pública favorável ou desfavorável a quaisquer pré-candidatura.
Que o deputado tenha suas preferências políticas é um direito constitucionalmente garantido. Agora, à frente de um programa de rádio, e fora de época, cabalar voto em prol de uma pré-candidatura é uma atitude, no mínimo, desrespeitosa para com os demais pré-candidatos que não possuem os mesmos aliados, e que não têm o “poder de persuasão” do presidente da AL. Por exemplo, como fica o ex-deputado estadual Lucas Barreto (PTB) que, fora da arena política, está em evidente desvantagem na corrida pela sucessão do governador Waldez Góes (PDT)?
Em sua peroração pelo microfone da emissora FM, Brasil foi contundente em afirmar que o “deputado Jorge Amanajás é o melhor para o Amapá” e por isso “(…) votarei nele para dar continuidade ao ‘excelente’ trabalho que vem realizando o governador Waldez Góes”. E “(…) acho que todos que têm amor pelo Amapá deveriam pensar nessa possibilidade. Jorge Amanajás faz a diferença”. Nada contra ao deputado Brasil optar por seu colega de parlamento como pré-candidato ao governo do Estado. Que ele externe suas preferências no consultório de sua clínica, ninguém tem nada haver. Mas, utilizar um programa de rádio para, antes do tempo, pedir votos abertamente para um pré-candidato é, no mínimo, contraproducente.
É opinião corrente que o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) precisa ficar mais atento. Pelo avaliar do presente, a vindoura campanha eleitoral no Estado mais parecerá um ringue em que os contendores estarão se golpeando mutualmente da cintura para baixo. E em lugar de debates promissores o eleitor amapaense terá, a continuar desse jeito, embates sem nenhum proveito social. Somente lavagem de roupa suja e nada mais.
Parafraseando o jornalista Boris Casoy: Isso é uma vergonha!
Vítima do imperialismo
EUA e UE são os responsáveis pela miséria no Haiti
Tragédia descortina história escabrosa de dominação e extermínio
O “Bom Dia Brasil” de sexta-feira, 29 de janeiro, exibiu imagens estarrecedoras de centenas de haitianos engalfinhados às proximidades de uma caçamba, carregada com pacotes contendo produtos alimentícios distribuídos por militares. Aliás, distribuídos não. Atirados por sobre a multidão de miseráveis. A apresentadora Renata Vasconcellos anunciou, com aquela voz monocórdica típica dela, que as imagens seriam exibidas sem BG ou OFF. Somente o som do desespero das pessoas esfaimadas em confronto umas contra as outras revelariam a dimensão dessa super tragédia. Realmente, ela estava certa. Não precisava explicar nada. As imagens estarreceram. Mas, desde o terrível terremoto que matou mais de 150 mil pessoas, muitos passaram a se perguntar porque o Haiti é o país mais pobre do ocidente. Um assunto até agora tratado superficialmente pela Imprensa mundial. Por isso, o Brasil de Fato está veiculando ampla matéria sobre o tema.
A revolta do mestre
Professor universitário denuncia os “jornalistas bundões”
São responsáveis pelo lixo perfumado que entope ouvidos e olhos inocentes
Os jornalistas são uns bundões. Gostaria de dar o nome de alguns desses bundões. Os que com a bunda pregada diante dos computadores, das modernas redações, são os donos do mundo. O fotojornalismo é das fotos/divulgação, do material já editado pelas agências ou das pautas da perfumaria. Não posso fazer nada. É a minha opinião. O meu final de segunda-feira foi marcado por estas histórias de vida. Com 78 quilos (quatro a mais que Tarso de Castro) de músculos e fúria, sem o seu talento, transfiro esta porrada a todos vocês. Jornalistas bundões um dia serão obrigados a prestar conta das histórias não contadas. Por nos empanturrarem de tanto lixo perfumado. Todos com diploma. O jornal “Última Hora” de Porto Alegre, sob a orientação de Samuel Wainer, começou a circular em fevereiro de 1960. Ninguém tinha diploma.
Mídia conquistada
A história do “mensalinho” da Comunicação no AP – Final
Os principais personagens do projeto de cooptação do mass-media
Ao sinalizar mudanças no pagamento do “mensalinho” a “jornalistas e radialistas” não afinados com a nova política de Comunicação do Palácio do Setentrião, o sucessor de Olympio Guarany na Secom, jornalista Marcelo Roza, provocou mal-estar entre os principais colaboradores do governo Waldez Góes, proprietários dos diários e semanários em circulação na época, além de donos de emissoras de rádio e TV. Roza assumiu o cargo na primeira “reforma administrativa” promovida por Góes, em meados de 2004.
Desde 2003, contudo, participava do governo, embora indiretamente, e conhecia como poucos as engrenagens dessa área específica da nova gestão. Afinal, fora secretário de Comunicação no governo João Alberto Capiberibe (PSB), permanecendo fora no mandato “tampão” de Dalva Figueiredo (PT) e retornando após a posse de Góes, não como secretário, e, sim, como principal colaborador do publicitário Paracy Negreiros na montagem da Amazoom – Sistema de Comunicação. Clique aqui e leia mais…
Esclarecendo
Conexão de Internet ruim prejudica atualização de site
Operadora altera serviços, mas, não notifica clientes da região
Lamentavelmente, por conta de problemas de conexão (devido à “eficiência” de nossa banda “larga (da)”) este site não pôde ser atualizado nos últimos dias. Peço desculpas e prometo, mesmo com as dificuldades presentes – e vindouras –, manter em dia a atualização deste AMAPÁ EM DIA. Obrigado pela compreensão e, por favor, não deixe de visitar este site.
Obs: No próximo post relato em detalhes minha VIA CRUCIS com a Operadora VIVO. Aguardem.
Um abraço do
Emanoel Reis
Trabalhou e não recebeu
Tradutor leva beiço da Assembleia Legislativa
Irmão de publicitário denuncia calote tucano
Um tradutor e intérprete, com elevado conhecimento em francês, está fulo da vida com o presidente da Assembleia Legislativa do Amapá, deputado Jorge Amanajás (PSDB), porque até agora, passados quase sete meses, o tucano ainda não autorizou o pagamento de R$ 4 mil, valor cobrado pelo profissional por serviços prestados durante a realização do I Encontro Transfronteiriço, ocorrido em junho do ano passado.
No decorrer desse tempo, ele conta que já esteve incontáveis vezes na AL para tentar receber o que lhe é de direito, mas, simplesmente, segundo afirma, não é recebido pelo pré-candidato ao governo do Estado. “Já estou chegando ao extremo. Tipo, mandar confeccionar uma faixa com os seguintes dizeres: ‘Deputado Amanajás, pague o que me deve’. E me posicionar na porta de entrada da Assembléia”.
De acordo com a denúncia dele, em junho de 2009 foi contratado pelo AL para atuar como tradutor e intérprete no I Encontro Transfronteiriço, em Caiena. Para executar o serviço cobrou R$ 4 mil, acrescidos mais passagens e hospedagem. Salientou que o deputado estadual Paulo José (PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores da AL, garantiu que o pagamento seria feito após conclusão da prestação de serviço. O acordo não foi cumprido.
E ele garante que está munido de todos os documentos – inclusive Nota Fiscal – para refutar qualquer afirmativa ao contrário.
Vítima de calote aplicado pela AL envia e-mail
Situação pública de Amanajás complica-se ainda mais
Bom dia Emanoel, meu nome é Wank do Carmo, sou filho do pioneiro e ex-empreiteiro Walter Do Carmo, quem construiu a BR-156 e inúmeras obras que ajudaram no crescimento e desenvolvimento do estado do Amapá. Em junho de 2009 prestei serviços de tradutor e intérprete para a Assembléia Legislativa do Amapá, mais precisamente para Comissão de Relações Exteriores e Defesa, que tem como presidente o Deputado Paulo José, fiquei responsável em traduzir para o Francês e Inglês todo o material de divulgação, correspondencias e e-mails do 1º Encontro Transfronteiriço Internacional, realizado na cidade de Oiapoque no período de 03 a 04 de junho de 2009. Já se passaram 07 meses do evento e não consigo receber meus honorários pelos serviços prestados, apesar de ter contatado diversas vezes o assessor do deputado PJ, senhor Ismael Costa, que foi o responsável pela minha contratação para o evento e quem assinou a nota fiscal de serviços. Essa nota fiscal foi enviado para o gabinete do deputado Jorge Amanajás para ser autorizado o pagamento através de sua assinatura para ter o aval legal junto ao financeiro da AL/AP. Acontece que a chefe de gabinete do dep. Jorge Amanajás, sra. Jesus que é a responsável de entregar a nota para ser assinada e autorizada pelo presidente da AL/AP, vem retendo essa nota fiscal apesar de já ter sido autorizada pelo dep. PJ. não sei com que intento mas essa senhora vem me enrolando e mentindo há 07 meses, pois no mês de dezembro passado ela disse que até o dia 15 daquele mês ela iria enviar a nota para ser paga pelo financeiro da AL/AP. Não cumpriu o prometido, penso que a mentira no meio político é um vírus contagioso que já foi inoculado nessa Aspone. Estarei ofertando denúncia junto ao Ministério Público do Estado contra essa senhora pela prática de crime de prevaricação. Mas o que se ver também, é a completa omissão do Deputado PJ em resolver esse impasse. já cansei de telefonar para o deputado, mas agora ele resolveu não mais atender as minhas chamadas. Gostaria de denunciar também o “Trem da Alegria” para a cidade de Lyon, na França, para participar do Encontro Descentralizado Transfronteiriço, que é realizado pelos governos da França e do Brasil. Prezado jornalista Emanoel, foi dado passagem até para o motorista do deputado PJ participar desse encontro Internacional, pago com dinheiro público. O que mais me revolta é o descaso e o desrespeito com um cidadão amapaense, que de alguma forma contribui com os avanços de cooperação transfronteiriça, prestando serviços como tradutor bilíngue. Mas não consegue receber a pequena quantia de R$ 4.000,00 pelos serviços prestados à AL/AP. Gostaria de contar com sua colaboração para tornar público esse fato que a sociedade amapaense desconhece, pois como você é sabedor, o legislativo, judiciário e executivo (com letra minúscula mesmo, pois agem de forma pequena no trato com o cidadão desse saqueado estado) são blindados pela impressa ame$trada.
Saudações,
Wank do Carmo
O governo e a Imprensa
A história do “mensalinho” da Comunicação no AP – Parte 1
Mecanismo empregado pelo governo Waldez Góes foi concebido em 2003
Realmente, parece que foi ontem. Em 2003, primeiro ano do governo Waldez Góes (PDT), a Imprensa amapaense – com algumas raras exceções – era regiamente paga (prática consolidada nos dois mandatos do pedetista) para “divulgar as ações positivas” da recém-instalada administração estadual. O dinheiro saía da Secretaria de Estado da Comunicação (SECOM), na época sob a titularidade do economista Olympio Guarany, caía na conta da novíssima agência de publicidade do carioca Paracy Negreiros, a Amazoom – Sistema de Comunicação, até hoje localizada na rua Hildemar Maia, entre as avenidas Procópio Rola e Raimundo Álvares da Costa, e era distribuído entre os jornais, emissoras de rádio e televisão e “radialistas e jornalistas”. O mais surpreendente disso tudo é que na “folha de pagamento” da Amazoom, leia-se Governo do Estado, estavam inclusos os nomes de deputados estaduais que recebiam polpudas quantias porque, nos fins de semana, também exerciam a nobre profissão de “radialistas”. Ou seja, além dos volumosos recursos que ganhavam – e ainda ganham – na Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, esses parlamentares garantiam consideráveis quantias, dinheiro do povo amapaense, ocupando os espaços de pessoas que realmente sobreviviam da ocupação de radialista. Lamentavelmente, nos dias atuais esta ainda é uma prática comum nas emissoras de rádio do Amapá. Principalmente tratando-se de ano eleitoral. Políticos (homens e mulheres) de todos os matizes partidários, ideológicos e religiosos costumam comprar horários nas grades de programação das emissoras de rádio para veicularem programas de cunho social altamente duvidoso. E o mais deplorável dessa “iniciativa” é que ainda utilizam recursos públicos – recebem dinheiro do governo do Estado – para a realização desses “projetos” pessoais. Clique aqui e leia mais…
Qual será o desfecho?
Veto de Góes coloca Amanajás numa sinuca de bico
O reverso do golpe de mestre do presidente da Assembleia Legislativa
Boa parte das alterações avalizadas por 22 dos 24 deputados no projeto original do Orçamento do Estado para 2010 (LOA) foi vetada pelo governador Waldez Góes (PDT). E a peça de defesa apresentada por ele, a princípio veiculada no Diário Oficial do Estado, está fundamentada em informações surpreendentes. Por exemplo, de acordo com a mensagem enviada pelo Palácio do Setentrião à Assembleia Legislativa, os deputados promoveram cortes em unidades basilares para a sociedade como Secretaria de Estado da Educação, Secretaria de Estado dos Transportes e Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública. Somente para citar três de uma longa lista.
O veto é parcial, calcado nas premissas de que os deputados estaduais violaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias e as normas do direito financeiro. Além da inconstitucionalidade dos atos, assinala o governador, contrariaram sobremaneira o interesse público. Pelo conteúdo do documento, a bomba-relógio de efeito retardado deve estourar no colo do presidente da AL, deputado Jorge Amanajás (PSDB). O tucano terá de apresentar bons argumentos para explicar os motivos dos cortes no Orçamento 2010 (Projeto de Lei número 0022/2009-GEA). Se não conseguir, terá alvejado o próprio pé. E incidentes dessa monta, em ano de eleições gerais, costumam promover grandes estragos em campanhas antes aparentemente solidificadas.
Na verdade, Jorge Amanajás está numa sinuca de bico. Não pode recuar agora (posicionando-se favorável ao veto de Waldez Góes) sob pena de parecer um líder fraco, uma espécie de “rei Frederico Guilherme IV”, da Prússia, totalmente nas mãos de seu ministro de gabinete, Otto von Bismarck. Mesmo que tente transformar esse recuo numa peça de publicidade favorável à sua pré-campanha, reconhecendo algum tipo de erro de avaliação, estará enveredando pelo caminho sem volta trilhado pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Ou seja, o de pedir desculpas em público quando flagrado em algum malfeito numa tentativa de amenizar a culpa. Tudo mise-en-scène.
Se Amanajás alegar que acatou o veto porque “pensou no povo” e por isso priorizou as políticas públicas do governo Waldez Góes não estará agindo diferente dos pusilânimes contumazes. Se insistir na defesa dos cortes no Orçamento 2010 corre o risco de ser impiedosamente alvejado pela imprensa chapa-branca e, como consequência, exporá seu projeto político aos riscos típicos das guerras de extermínio. Para o presidente da AL, trata-se de dirimir aquela famosa dúvida do doente: Quem chega primeiro? A cura ou o cura?
Arte Tucuju
As pinceladas convergentes de Wagner Ribeiro
O artista plástico transmutador dos cotidianos amazônidas
Ter a sensibilidade acurada para retratar as belezas naturais do Amapá é a principal característica do artista plástico Wagner Ribeiro, nascido há 48 anos no município de Serra do Navio. As obras dele são facilmente identificadas pelo uso comedido das cores na apreensão pictórica dos mais belos cenários amapaenses. Sem dúvida, Ribeiro vem contribuindo incansavelmente na consolidação da arte tucuju.
Dedicado às belas-artes, Wagner Ribeiro fez delas a sua profissão de fé, traduzindo, por meio de suas telas, todo o sentimento – e a relação – de um povo com sua história passada e presente. Ao apresentar a natureza através da visão singular do artista no interpretar do cotidiano, induz a profundas reflexőes sobre a importância do meio ambiente na vida do povo amapaense.
A produçăo do artista é toda voltada para a divulgação do Amapá. No entanto, a amplitude da obra dele reflete a preocupação com o homem amazônida e deixa entrever, da mesma forma, grande inquietude com o futuro da Amazônia. É assim que Ribeiro prefere desnudar-se nas exposiçőes que reliza Brasil afora. E a mensagem transmitida é bem clara: ou preserva para assegurar sobrevida à vida ou acelera o desmatamento e as queimadas e promove o auto-extermínio.






